Dior, mais drama, por favor.

É bem verdade, e vocês já devem ter percebido isso, que Dior é uma das marcas mais queridas pelos que vos escrevem neste modesto blog.
Não é pra menos, em quesito histórico Christian Dior talvez seja meu segundo favorito, perde para Coco Chanel, meio óbvio, porém ele cria uma das silhuetas que eu mais gosto, o que são muitos e muitos pontos.
Quando aconteceu toda a história do Galliano ano passado nós aqui sofremos, sofremos por um ídolo e por saber o quanto isso afetaria a Dior. E bom, não erramos.
Depois de alguns desfiles sentindo a falta da batuta Gallianesca e de todo o drama que o envolvia, vimos nessa última coleção de alta costura, apresentada em Paris, uma saudade ainda maior.
Muitas vezes a silhueta imortalizada de Christian Dior apareceu, cinturas marcadissímas com saias esvoaçantes ou com saias lápis. Tudo aquilo que sabemos que nunca dará errado sendo refeito sem nenhuma novidade.
Eram looks lindos, confesso, fiquei apaixonada pelo trabalho dos plisses que acrescentavam mais fluidez aos modelos, mas ainda assim não eram novos. Talvez Galliano não fizesse diferente, até porque quem está coordenando a marca agora era seu braço direito, mas ele acrescentaria um pouco mais de charme e performance.
Talvez o que mais me surpreendeu em todo desfile foi a trilha sonora de Lana Del Rey, uma modernidade, possivelmente esperada para outros desfiles, não para Haute Couture, pelo menos por mim.
No mais a gente pede que o drama volte as passarelas, até porque os que envolvem a direção criativa da marca estão perdendo graça, virando novela mexicana e prejudicando muito a imagem da marca.


Fotos: Style.com

Dior Couture by Patrick Demarchelier

Hello Fashionistas! Primeiramente peço desculpas aos leitores que acompanham e curtem o DPFF pela falta de posts ultimamente. Eu sei que pode soar como clichê, mas de verdade ultimamente tanto eu, quanto a Mari, a Nessa e o Felipe estamos cheeeios de trabalhos na correria habitual do fim de ano, com isso o blog acabou ficando um pouco de lado mas como a Mari já disse aqui “nós não desistimos da Moda”

Enfim vamos ao que interessa: A Dior irá lançar este mês o livro “Dior Couture” que conta a história da maison por meio dos icônicos vestidos  desenvolvidos por Christian Dior, Yves Saint Lauren e John Galliano, sucessivamente. As fotos são de Patrick Demarchelier e estão incrivelmente deslubrantes. Abaixo vocês conferem um pouco do que irão ver no livro:

 

Agora assistam o vídeo divulgado pela Dior com o making of das fotos:

Fotos e vídeo: Reprodução

Paris Fashion Week S/S 2012 – Masculino

Dior Homme

Unindo a tradicional sofisticação da Dior com os traços minimalistas das roupas usadas pelos Samurais, o estilista Belga Kris Van Assche – diretor criativo da Dior Homme – apresentou uma belíssima coleção para a primavera verão 2012.

A alfaiataria clássica ganha ar despojado e descontraído com os recortes e desconstruções aplicadas em algumas peças. Ganhou destaque as peças de silhuetas amplas com modelagens e elementos retirados dos uniformes de Samurais como as camisas sem manga, gola V e faixas na cintura.

Em resumo, com uma coleção completamente simples e austera o estilista Kris Van Assche atingiu um resultado final extremamente sofisticado e poderoso.

John Galliano

Esta foi a primeira coleção da grife sem a assinatura do gênio estilista John  Galliano que tem como sucessor o estilista Bill Gaytten. Para a coleção verão 2012 Bill teve como referência a Londres dos anos sessenta, apresentada de forma literal logo no primeiro look do desfile reproduzindo o clássico uniforme da Guarda Nacional Britânica.

A Pop Art dos artistas David Hockney e Peter Blake foi outra referência usada pelo estilista para desenvolver as estampas com pegada mais artística. O mood geek e militar também permeou a coleção com ternos, calças, bermudas, suéteres e casaquetos de cores alegres como o azul, verde, rosa e amarelo.

 No fim do desfile a passarela foi invadida por looks mais sóbrios de shapes ajustados ao corpo conferindo um ar sexy, com muitos acessórios e elementos. É possível visualizar o próprio John Galliano em alguns looks.

Louis Vuitton

 O estilista que substitui Marc Jacobs,  Kim Jones inspirou-se na vida do fotógrafo Peter Beard  consagrado na década de 60-70 por dedicar boa parte de sua vida e trabalho à África.

 No seu desfile de estréia, Jones trouxe um safári-chic para a passarela em looks que remetem a roupas de guardas-florestais.

Na contramão foram apresentadas também peças com uma pegada mais esportiva, como os shorts de comprimento míni, trench coats, e suéteres. Destaque para as jaquetas “Windbreakers” – tipo específico de jaqueta que impede a passagem do vento – e as “Versaty” – modelo colegial muito usado pelos estudantes americanos da elite.

Kenzo

 O estilista Antonio Marras trouxe muita cor e inúmeras flores para o verão 2012 da grife Kenzo.

 Os ternos estavam presentes em praticamente todos os looks, coordenados com calças – quase sempre com a barra dobrada – e bermudas.

 Eu notei certa semelhança nesta coleção com a que foi apresentada pela D&G na semana de Moda de Milão há algumas semanas atrás, nas estampas de camisas, calças e bermudas que lembram desenhos dos clássicos lenços de seda, será tendência ou apenas uma coincidência-fashion?

John Galliano S/S 2011 | Paris

Via: Style.com

Fotos: Reprodução

TOP TEN Fashion

Comemorando dez anos a “Ten Magazine” convidou dez dos estilistas mais celebrados  do momento para estampar dez capas especiais. Cada um dos estilistas foi clicado pelo seu fotógrafo preferido, são eles: Karl Lagerfeld (por ele mesmo), Alber Elbaz (por Julio Piatti e Tom de Ruitter), Vivienne Westwood (por Juergen Teller), Tom Ford (por Jeff Burton), John Galliano (por Paolo Roversi), Helmut Lang (usou a foto do próprio passaporte), Donatella Versace (por Alexei Hay), Ralph Lauren (por Bruce Weber), a dupla Domenico Dolce e Stefano Gabbana (por Terry Richardson), e Azzedine Alaia (por Sarah Moon).